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Resenha | Will & Will

"Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções..."

 Gostaria de ressaltar, antes de tudo, que eu nunca, em toda a minha vida, tinha sido tão enganado por uma capa e por uma sinopse quanto fui na obra em conjunto de John Green e David Levithan!

A história é desenvolvida em dois pontos de vista, ambos de adolescentes de 16 anos, chamados "Will Grayson"... A vida de ambos é muito diferente, em vários aspectos. Mas, numa certa noite de sexta feira, uma coincidência os une de forma curiosa. Will Grayson 2 (usarei os números para diferenciá-los) está passando pelo que pode se nomear "pior acontecimento de sua vida", logo depois de descobrir seu sósia numa sex shop de Chicago.

Depois de se cruzar nessa coincidência improvável, ambos os Will Grayson's se unem por conta de um romance com um dos melhores amigos de WG1, Tiny, que por sua vez, é quase um gigante, gay, escritor de musicais! Um romance também está reservado para WG1, com sua antiga melhor amiga, Jane! 

O livro é incrivelmente fácil de ler (não que ninguém espere uma grande e complexa obra, vindo de John Green). Não sei do que gostei mais, me identifiquei tanto com esse livro, em tantas formas diferentes, que não consegui parar de ler, tanto que ele, infelizmente, só durou uma madrugada :(

A melhor coisa do livro, sem dúvidas, é como ambos os autores conseguem combinar seu modo de escrever e de desenvolver uma estória tão real e contemporânea. A forma como ambos abordaram as crises adolescentes de romances e amizades mal acabadas me fizeram pensar em como as histórias são as mesmas, só mudam os protagonistas e o cenário.

Os personagens principais são bem construídos, embora eu esperasse um pouco mais o envolvimento entre eles. O livro tem poucos alívios cômicos numa geral tensão. Sempre tem alguma coisa, algum probleminha que deixa os personagens mais nervosos, o que em determinado ponto da estória fica chato.

Uma abordagem inteligente foi a de um personagem com depressão. As partes onde ele descreve como enxerga o mundo e a si mesmo são bastante interessantes, e, geram uma reflexão sobre várias questões do próprio desenvolvimento da obra.

Outra boa característica, é que, embora as vezes fiquemos confusos com a quantidade de citações do nome "Will Grayson", é perfeitamente diferenciável o pov de um, e do outro. Coisa que é considerada difícil, principalmente numa obra com personagens homônimos.

Eu, como quase um hater de John Green, não posso deixar de congratulá-lo por essa obra, pois de todas as 4 obras de sua autoria que eu já li, essa foi a única que realmente me deu prazer em guardar o livro na estante, sabendo que eu realmente vou relê-lo muito em breve! (Se você é fã de John Green, não me entenda mal, ok? Só que sinceramente, não consigo entender uma pessoa que lê "Cidades de Papel" e não tem vontade de queimar o livro toda vez que lê o nome daquela bendita menina escrota... Sorry #NotSorry)


Voltando ao foco da resenha, eis a minha classificação final para a obra:



Uma curiosidade que eu achei interessante adicionar! Eis aqui, a forma como imaginei cada personagem da obra!

Kiera Cass | Pré-Venda de contos é cancelado



Para a infelicidade de muitos que esperavam o livro físico dos contos "A Rainha e "A Favorita", foi cancelado por enquanto. A escritora deu sua explicação por meio de seu blog:

Ok, se você é um dos meus fiéis leitores, então você provavelmente já comprou na pré-venda "The Favorite" ou "The Selection Stories: The Queen and The Favorite", que estavam com lançamento previsto para Março de 2015. E há uma grande chance de você ter percebido que seu pedido foi cancelado, o que é estranho, certo? Deixem-me explicar.
Sim, seu pedido foi cancelado porque o e-book de The Favorite e a edição em paperback com The Queen e The Favorite não irão mais acontecer. Pelo menos não em Março. Porquê? Boa pergunta. Uma das melhores coisas do mundo de A Seleção é que quanto mais tempo passo com os personagens, melhor fica. Foi incrível (se não um pouco estranho) ver o jovem Clarkson através dos olhos da Amberly, e foi uma oportunidade especial para mim mostrá-los o quanto Aspen lutou pela America em suas próprias palavras. America, Marlee, Maxon, Aspen, e Amberly tiveram a chance de falar, mas recentemente, eu senti que havia mais uma personagem para o qual eu queria dar um pequeno momento: Celeste.
Com todos os prazos, algumas coisas foram repensadas, e eu só esperava que todos vocês pudessem ter todos os contos, impressos, em um só lugar. Então, em vez de vocês simplesmente terem The Favorite em Março, em OUTUBRO vocês terão uma edição CAPA DURA com o seguinte conteúdo:
- A versão estendida de O Príncipe
- O Guarda
- A Rainha
- The Favorite (A Favorita)
- Três cenas com Celeste (que ainda preciso dar um nome... hmm.)
- O segundo epílogo de A Escolha
- Outras coisas
- Ah, e eu disse que vai ser ilustrado?

Então, sim, vai ser adiado. Mas isso significa que você terá bônus incríveis. Eu sei que é ainda vai demorar um pouco pra The Heir, mas não se preocupe! Haverá muito assunto pra discutir até lá, e eu espero que sua espera pela nova edição de capa dura (ainda sem título) valha a pena.
Feliz ano novo!

A data de lançamento de A Herdeira, quarto livro da Seleção, não mudou, ainda será lançado dia 5 de Maio.
Ok, se você é um dos meus leitores fiéis,  provavelmente já encomendou “A Favorita” ou “Contos da Seleção: A Rainha e A Favorita”, que serão lançados em março de 2015. E há uma chance de você ter recebido a notícia de que sua encomenda foi cancelada, o que é estranho, certo? Então me deixe explicar.
Sim, sua encomenda foi cancelada porque o e-book de “A Favorita” e o paperback de “A Rainha e A Favorita” não irão mais acontecer. Pelo menos, não em março. Por quê? Boa pergunta. Uma boa coisa sobre o mundo de “A Seleção” é que quanto mais tempo eu gasto com isso, melhor fica. Foi fantástico (se não um pouco estranho) ver um jovem Clarkson através dos olhos de Amberly, e foi uma oportunidade especial pra mim mostrar o tanto que Aspen estava lutando por America em suas próprias palavras. America, Marlee, Maxon, Aspen e Amberly todos tiveram a chance de compartilhar suas vozes, mas recentemente, eu senti que existia mais um personagem que eu queria dar mais um bem pequeno momento: Celeste.
Com o calendário pronto, algumas coisas precisaram ser repensadas, e minha esperança é que vocês sejam capazes de ter todas as histórias, impressas, em um lugar. Então, ao invés de ter simplesmente “A Favorita” em março, em OUTUBRO você terá um livro com:
  • -Um versão estendida de O Príncipe
  • -O guarda
  • -A Rainha
  • -A Favorita
  • -Três cenas com Celeste (que eu ainda preciso de um nome… hmm.)
  • -O segundo epílogo de A Escolha
  • -Algumas outras coisas
  • -Ah, eu mencionei que terá ilustrações?
Então, sim, essa coisa maravilhosa está sendo atrasada. Mas significa que você terá um ótimo bônus. Eu sei que ainda falta um pouco de tempo para “A Herdeira”, mas não se preocupe! Terão muitas coisas para se falar agora e depois, e eu espero que sua espera para o novo (sem nome) conto vale a pena.
Feliz Ano Novo!
- See more at: http://www.sagasbrasil.com/kiera-cass-explica-por-que-a-pre-venda-de-a-favorita-e-contos-da-selecao-a-rainha-e-a-favorita-foram-canceladas/#sthash.NyZbwpuE.dneLL4Fn.dpuf
Ok, se você é um dos meus leitores fiéis,  provavelmente já encomendou “A Favorita” ou “Contos da Seleção: A Rainha e A Favorita”, que serão lançados em março de 2015. E há uma chance de você ter recebido a notícia de que sua encomenda foi cancelada, o que é estranho, certo? Então me deixe explicar.
Sim, sua encomenda foi cancelada porque o e-book de “A Favorita” e o paperback de “A Rainha e A Favorita” não irão mais acontecer. Pelo menos, não em março. Por quê? Boa pergunta. Uma boa coisa sobre o mundo de “A Seleção” é que quanto mais tempo eu gasto com isso, melhor fica. Foi fantástico (se não um pouco estranho) ver um jovem Clarkson através dos olhos de Amberly, e foi uma oportunidade especial pra mim mostrar o tanto que Aspen estava lutando por America em suas próprias palavras. America, Marlee, Maxon, Aspen e Amberly todos tiveram a chance de compartilhar suas vozes, mas recentemente, eu senti que existia mais um personagem que eu queria dar mais um bem pequeno momento: Celeste.
Com o calendário pronto, algumas coisas precisaram ser repensadas, e minha esperança é que vocês sejam capazes de ter todas as histórias, impressas, em um lugar. Então, ao invés de ter simplesmente “A Favorita” em março, em OUTUBRO você terá um livro com:
  • -Um versão estendida de O Príncipe
  • -O guarda
  • -A Rainha
  • -A Favorita
  • -Três cenas com Celeste (que eu ainda preciso de um nome… hmm.)
  • -O segundo epílogo de A Escolha
  • -Algumas outras coisas
  • -Ah, eu mencionei que terá ilustrações?
Então, sim, essa coisa maravilhosa está sendo atrasada. Mas significa que você terá um ótimo bônus. Eu sei que ainda falta um pouco de tempo para “A Herdeira”, mas não se preocupe! Terão muitas coisas para se falar agora e depois, e eu espero que sua espera para o novo (sem nome) conto vale a pena.
Feliz Ano Novo!
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Sim, sua encomenda foi cancelada porque o e-book de “A Favorita” e o paperback de “A Rainha e A Favorita” não irão mais acontecer. Pelo menos, não em março. Por quê? Boa pergunta. Uma boa coisa sobre o mundo de “A Seleção” é que quanto mais tempo eu gasto com isso, melhor fica. Foi fantástico (se não um pouco estranho) ver um jovem Clarkson através dos olhos de Amberly, e foi uma oportunidade especial pra mim mostrar o tanto que Aspen estava lutando por America em suas próprias palavras. America, Marlee, Maxon, Aspen e Amberly todos tiveram a chance de compartilhar suas vozes, mas recentemente, eu senti que existia mais um personagem que eu queria dar mais um bem pequeno momento: Celeste.
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  • -A Favorita
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Então, sim, essa coisa maravilhosa está sendo atrasada. Mas significa que você terá um ótimo bônus. Eu sei que ainda falta um pouco de tempo para “A Herdeira”, mas não se preocupe! Terão muitas coisas para se falar agora e depois, e eu espero que sua espera para o novo (sem nome) conto vale a pena.
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Sim, sua encomenda foi cancelada porque o e-book de “A Favorita” e o paperback de “A Rainha e A Favorita” não irão mais acontecer. Pelo menos, não em março. Por quê? Boa pergunta. Uma boa coisa sobre o mundo de “A Seleção” é que quanto mais tempo eu gasto com isso, melhor fica. Foi fantástico (se não um pouco estranho) ver um jovem Clarkson através dos olhos de Amberly, e foi uma oportunidade especial pra mim mostrar o tanto que Aspen estava lutando por America em suas próprias palavras. America, Marlee, Maxon, Aspen e Amberly todos tiveram a chance de compartilhar suas vozes, mas recentemente, eu senti que existia mais um personagem que eu queria dar mais um bem pequeno momento: Celeste.
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Top 20 | Livros mais vendidos no Brasil em 2014



Confira a lista dos 20 livros mais vendidos durante o ano inteiro. Entre eles Divergente (Veronica Roth), A Culpa é das Estrelas (John Green) , A Escolha (Kiera Cass), entre outros. 

1º "Nada a perder 3" (Planeta), de Edir Macedo; 752.973 exemplares

2º "A culpa é das estrelas" (Intrínseca), de John Green; 639.502 exemplares

3º "Ansiedade: Como enfrentar o mal do século" (Saraiva), de Augusto Cury; 346.543 exemplares

4º "Destrua este diário" (Intrínseca), de Keri Smith; 332940 exemplares

5º "Quem é você, Alasca?" (WMF Martins Fontes), de John Green; 161.954 exemplares

6º "Se eu ficar" (Novo Conceito), de Gayle Forman; 158.189 exemplares

7º "Cidades de papel" (Intrínseca), de John Green; 143.404 exemplares

8º "Não se apega, não" (Intrínseca), de Isabela Freitas; 130.054 exemplares

9º "O pequeno príncipe" (Agir), de Antoine Saint-Exupéry; 123.576 exemplares

10º "A menina que roubava livros" (Intrínseca), de Markus Zusak; 121.876 exemplares

11º "O teorema Katherine" (Intrínseca), de John Green; 97.205 exemplares

12º "Kairós" (Principium), Padre Marcelo; 96.807 exemplares

13º "Nada a perder 2" (Planeta), de Edir Macedo; 85.526 exemplares

14º "Diário de um banana – Maré de azar" (Vergara & Riba), de Jeff Kinney; 82.811 exemplares

15º "Divergente" (Rocco), de Veronica Roth; 82.344 exemplares


16º "Casamento blindado" (Thomas Nelson), de Renato e Cristiane Cardoso; 80.999 exemplares

 

17º "A escolha" (Seguinte), de Kiera Cass; 78.729 exemplares

18º "Sangue do Olimpo" (Intrínseca), de Rick Riordan; 78.291 exemplares

19º "Pais inteligentes formam sucessores, não herdeiros" (Benvirá), de Augusto Cury; 76.278 exemplares

20º "Sonho grande" (Primeira Pessoa), de Cristiane Correa; 71
.799 exemplares.


Fonte: http://migre.me/nK7R3

The 100 | Livro vs Série

"The 100" é uma série de televisão estadunidense baseada no livro homônimo de Kass Morgan, que é transmitida pela "The CW". A série estreou nos Estados Unidos em 19 de março de 2014, e ainda não foi exibida no Brasil.

Depois de uma guerra nuclear, o que sobrou da humanidade foi obrigada a ir à uma nave gigante forjada de outras estações espaciais, chamada de "Arca". Três séculos depois, o chanceler governante decide que é válida uma tentativa de repovoação, numa medida desesperada para salvar a Arca, que estava ficando sem oxigênio. 100 dos jovens detentos são mandados para a terra.

Aí começam as diferenças do livro e da série. No livro temos o ponto de vista de 4 personagens, sendo que 3 deles estão na terra, e a quinta é uma fujitiva que conseguiu ficar na Arca. Na série, temos noção de tudo que acontece ao mesmo tempo... Depois de uma cena forte na terra, somos levados pro céu para testemunhar o drama político que está sendo vivido, enquanto também temos alguns flashbacks explicando os pontos falhos da história.

Pessoalmente, acredito que a série seja muito melhor do que o livro. Na verdade, a série é muito mais desenvolvida, vai muito mais além, com novos personagens e diferenças necessárias para que não nos percamos no desenvolvimento dos acontecimentos. Principalmente o fato que na série, temos um ponto de conflito, que é a guerra dos 100 contra os terrestres, e no livro, esse conflito não está presente.

O livro contém muitas informações sobre os personagens, histórias do passado, coisa que não foi tão bem desenvolvida na série. Enquanto a série muda completamente a história de Clarke, o que podemos perceber que é uma mudança boa, que faz uma enorme melhoria no desenvolvimento da série.

Em resumo, a série e o livro só compartilham a premissa, mas ambos nos levam em direções quase opostas, o que pode ser bom, ou ruim.

O que veremos em "A Esperança"? - Spoilers Alert!


   Quando eu fiquei sabendo que o último título de Jogos Vorazes - minha série favorita da atualidade - seria adaptado em dois filmes, logo torci o nariz. "A Esperança" (Como é chamado no Brasil, não me perguntem porquê) nunca foi meu livro favorito e, particularmente, não conseguia ver nele conteúdo para dois filmes equilibrados. Logo de prontidão, ergui a bandeira de que a divisão estava sendo feita apenas para não deixar cair a bola de outras afins - Vide Harry Potter e Crepúsculo.
    Mas, como todo bom fã, aguardei ansioso. Mesmo sem grande expectativas para o filme, roí as unhas à cada pôster e cada teaser, e logo que os ingressos para a pré estréia chegaram no cinema, corri para comprar o meu. Ontem, então, com um frio na barriga e um broche de tordo no peito, peguei uma fila quilométrica (Exagero)  de tributos ansiosos e finalmente pude ver "A Esperança - Parte 01". O que eu achei? Como eu saí do cinema? Eu falo no final, agora quero enumerar o que vocês vão e o que não vão encontrar no filme.

SPOILERS ALERT




O Distrito 13


Ver o Distrito 13 ganhar vida em tela foi excitante. Não estava em nada (N-A-D-A) parecido com o que eu imaginei, mas estava muito melhor! Pense em andares e mais andares de concreto e alojamentos abaixo do chão, ocultos do mundo exterior por uma densa floresta. Pensou? Está aí o Distrito 13.





Alma Coin

Julianne Morre é a Presidenta Alma Coin, líder do Distrito 13 e da revolução. Escolher um nome tão renomado quanto Morre para o papel foi, sem dúvida, um dos maiores acertos do filme. Ela rouba a cena! Tem garra, força, cara de quem já sofreu demais nessa vidinha, e um lindo cabelo platinado que ela merece muitas palmas por conseguir mantê-lo em uma cidadela no subsolo. Senhoras e senhores, esta é Alma Coin: O maior presente que A Esperança trouxe para os seus fãs.

Sim, nós temos perucas. Perucas pra dar e vender (♬♪)

É claro que eu sei que a pobre Jeniffer Lopez Anniston  Lawrence não merece ficar com os cabelos longos e pretos só por causa de sua atuação como Katniss Everdeen - Claro, seria injustiça pedir isso a ela! Dizem que ela nem ganha tão bem assim! - mas amiga, com essa peruca não dá pra te defender não heim. Tá feio o negócio. Tá escroto. Podia ter tirado um pouquinho de verba dos efeitos especiais ou demitido uns dez figurantes pra poder comprar uma peruca melhor e não ficar com essa cara de manequim de loja de departamento.


Finnick Odair? Tá em falta.

Sam Claflin está lá. Finnick Odair está lá. Mas é apenas uma figuração de luxo. O personagem não tem nenhum destaque e provavelmente todas as suas falas se resumem á meia folha A4 impressa em Arial 12. Nada daquela amizade entre Finnick e Katniss que nos fazem até - talvez, quem sabe - shippar o casal. E isso, em um filme como A Esperança, é perigoso! Muito! Pois não gerará tamanha empatia do público com o personagem e pode ser que não tenhamos a reação esperada quando ele... Bem... her... Perder a cabeça. Sempre que aparecer uma cena de multidão e do povo do Distrito 13 procure bem,  Finnick estará lá! Em um canto, camuflado e - o pior - de camisa.

Johanna Mason, por favor comparecer à portaria. Johanna Mason, por favor...

Johanna quem? Quem é essa? Aaaaah, aquela moça que fica peleca no elevador? Ela tá nesse filme? Não creio :O
Realmente, ela não está. Johanna, a diva que abalou Em Chamas e incluiu um bom humor no filme, está desaparecida de A Esperança. Lembra aquele teaser e aquele pôster onde ela tá do lado do Presidente Snow com cara de diva? Então, acho que é de outro filme, porque nesse ela só aparece por 3 segundos, com apenas uma fala, e fazendo cosplay de Professor X.

Buttercup

Sim, essa peste está lá. Não sei quem eu odeio mais, se é ele ou a dona.

Effie Trinket, está?

É, a Effie está lá. Com cara de quem teve uma ótima noitada e tá numa ressaca danada, mas está. Aliás, fica quase por conta dela o -pouco- alívio cômico do filme. Effie é linda e poderosa, com ou sem maquiagem de travesti, e sempre dá um jeito de mostrar seu estilo. Já Otavia e seu outro ajudante que eu nunca lembro o nome, não estão. Não aparecem. Nunca existiram. Desapeguem.



Mamis Everdeen

Who?

Considerações Finais

   Tá bom, vou falar logo para os tributos poderem me odiar: O filme é um porre. Não que seja longo, mas é chato e temos praticamente apenas Katniss Everdeen em cena. Todos os demais personagens parecem apenas figuração, sem destaque nenhum, e isso é frustrante. Obviamente, foi um filme feito para ser apenas um prelúdio para o desfecho da trilogia, então o que eu critico aqui é basicamente a divisão que foi feita! É um filme extremamente fiel ao livro e emocionante para quem acompanha a série, mas eu preferiria muito mais ter esperado mais um ano e ter assistido à um filme de quatro horas do que sair do cinema com a sensação de que só vi metade da história. Para "A Esperança - Parte 02", fica a certeza de que fará este valer a pena e a esperança (?) de que nossos queridos personagens de Panem voltem a ter destaque.





Resenha | Quatro



A resenha a seguir contém spoilers de Divergente!


Contos do Quatro é um livro a parte da trilogia Divergente escrito pela americana Veronica Roth. A obra trata da vida do personagem Quatro antes e durante Divergente. Ironicamente o livro contém QUATRO contos, mas a escritora preparou também mais três cenas especiais que muitos fãs queriam ver na versão do Quatro.


O livro começa com o conto ''O Transferido'' que mostra o Tobias antes da Cerimonia de Escolha, como era na casa dele, como foi o teste dele e claro sua relação com seu pai Marcus. Ai conhecemos como foi decidido a escolha dele. 
Em "O Iniciando" Tobias começa a trilhar seu caminho dentro da Audácia, vemos toda a fragilidade dele no inicio e como ele conquistou seu espaço lá dentro, e a tão esperada luta com Eric durante a iniciação. A criação do apelido "Quatro"também é explicado. 
"O Filho" é um pequeno pós iniciação, descobrimos realmente os motivos que Quatro teve para não aceitar a liderança na facção e como ele fortaleceu durante todo esse tempo. Conhecemos também um pouco da relação dele com seu melhor amigo Zeke e Shauna.
O último conto -acho- é o que todos querem mais ler, é durante a iniciação de Tris, pós o arremesso de facas.

Além dos contos, como disse antes, tem três cenas especiais: "Primeira a Pular", "Cuidado Tris" e "Você esta bonita" que são de arrancar o fôlego de todos que queriam ver o que se passava na cabeça do Quatro nesse momentos.

"Não sei se a coragem é algo que adquirimos com a idade, como a sabedoria, mas talvez aqui, na Audácia, a coragem seja a forma mais alta de sabedoria, o reconhecimento de que a vida pode e deve ser vivido sem medo."

O que eu achei? Veronica Roth se superou nessas curtas histórias, sou bem suspeita para falar, todos aqui já devem saber meu amor por essa história. Contudo, não falo atoa, Veronica conseguiu melhorar a narrativa - que eu já amava - de 10 á 100. Foi incrível o quanto ela soube entrar na cabeça do personagem, responder muitas perguntas que os fãs não puderam ter na trilogia e ao mesmo tempo nos mostrar um lado que não conhecíamos de todo o desenrolar de Divergente.
Depois do lançamento do filme, nunca mais consegui imaginar o Four que eu imaginava antes, sempre que relia o livro via o Theo James, nesse livro não foi diferente, mas com outra perspectiva, era um Theo magrinho e com medo (difícil imaginar né?), mas a narrativa foi tão satisfatória que eu consegui coloca-lo na minha cabeça.
Outra coisa que adorei foi ver a relação de Four com a Tris, muitas pessoas acham que ele é meio duro e cruel com ela no início e não entendem a mudança dele em relação a ela, a verdade é que não houve mudança nenhuma. 
É como se Veronica tivesse guardado essa caixinha de surpresa bem lá no fundo só para nos torturar, e agora libera-la.

"Acordo da simulação com um grito. Meu lábio arde, e, quando afasto a mão dele, há sangue nas pontas dos meus dedos."

Foi extremamente difícil escrever essa resenha, por que são muito sentimentos que gostaria de expor para vocês, mas não consigo coloca-los em palavras. Vale a pena ler, mesmo que você não tenha gostado de convergente, vale a pena reviver essa história fantástica.

Vai sair Filme?


A 1001 spoilers notificou a um tempo atrás, o desejo dos produtores da Lionsgate (distribuidora do filme Divergent nos Estados Unidos) em fazer um quinto filme. E isso não deixa de ser verdade, o SEO da empresa diz que eles estão estudando a possibilidade de um filme baseado nos contos do Four. Agora se isso acontecer, será lá em 2018, Theo já vai estar com 33 anos e para viver um personagem de 16 seria difícil, além que o físico do Four nos contos é de um magricela fraco, e Theo James definitivamente não é!! Quem vocês gostariam de ver como Four quando adolescente? 



Surpresa!!!

Ao ler a introdução dos contos, nós temos uma surpresa!! Eu sempre gosto de ler o que os autores escrevem, tanto nos agradecimentos quanto na dedicatória e Veronica Roth com certeza é uma das que eu não deixo de ler nada. Na introdução do livro ela simplesmente nos conta que quando ela começou a escrever Divergente - na adolescência - o livro seria narrado pelo Four e a história seria dele. Por esse motivo ela tem tais contos. Acredito que a ideia de fazer um livro distópico com um personagem masculino como principal tenha vindo da sua paixão por Harry Potter (ela é potterhead doente). Contudo, ela explica que não conseguiu avançar com a história, foi então que ela se encontrou com Tris e dai por diante tudo funcionou. Achei incrível descobrir esse fato. Principalmente por que o meu amor por esses dois personagens não tem fim. 




Resenha | Queda de Gigantes - Trilogia O Século




Cinco famílias, cinco países e cinco destinos marcados por um período dramático da história. Queda de gigantes, o primeiro volume da trilogia “O Século”, do consagrado Ken Follett, começa no despertar do século XX, quando ventos de mudança ameaçam o frágil equilíbrio de forças existente – as potências da Europa estão prestes a entrar em guerra, os trabalhadores não aguentam mais ser explorados pela aristocracia e as mulheres clamam por seus direitos. De maneira brilhante, Follett constrói sua trama entrelaçando as vidas de personagens fictícios e reais, como o rei Jorge V, o Kaiser Guilherme, o presidente Woodrow Wilson, o parlamentar Winston Churchill e os revolucionários Lênin e Trótski. O resultado é uma envolvente lição de história, contada da perspectiva das pessoas comuns, que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, ajudaram a fazer a Revolução Russa e tornaram real o sonho do sufrágio feminino. Ao descrever a saga de famílias de diferentes origens – uma inglesa, uma galesa, uma russa, uma americana e uma alemã –, o autor apresenta os fatos sob os mais diversos pontos de vista. Na Grã-Bretanha, o destino dos Williams, uma família de mineradores de Gales do Sul, acaba irremediavelmente ligado por amor e ódio ao dos aristocráticos Fitzherberts, proprietários da mina de carvão onde Billy Williams vai trabalhar aos 13 anos e donos da bela mansão em que sua irmã, Ethel, é governanta. Na Rússia, dois irmãos órfãos, Grigori e Lev Peshkov, seguem rumos opostos em busca de um futuro melhor. Um deles vai atrás do sonho americano e o outro se junta à revolução bolchevique. A guerra interfere na vida de todos. O alemão Walter von Ulrich tem que se separar de seu amor, lady Maud, e ainda lutar contra o irmão dela, o conde Fitz. Nem mesmo o americano Gus Dewar, o assessor do presidente Wilson que sempre trabalhou pela paz, escapa dos horrores da frente de batalha. Enquanto a ação se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, Queda de gigantes retrata um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo. O século XX está apenas começando.


O livro começa com:

LISTA DE PERSONAGENS

20 personagens em uma só página, tudo bem, né?! 126 personagens nessa lista, divididos em família, personagens históricos, mineradores, empregados e outros. Foi um susto!
Nunca parei pra contar quantos personagens existiam em um livro que eu estivesse lendo. Não acho que seja algo comum, porém, acreditei de imediato que esta lista seria usada, e foi. Então nada mais justo do que começar essa resenha falando sobre essa particularidade detalhista que o Ken Follet demonstra ter em diversos títulos de sua autoria.

Infelizmente eu demorei finalizar essa leitura, são 910 páginas realmente muito descritivas mas que não nos leva ao cansaço da leitura, somente ao cansaço do desenvolver da leitura em si. Quero dizer, você lê bastante mas ainda se sente meio parado, provavelmente devido a seu tamanho sendo que, provavelmente também, este venha a ser um problema particular! O livro somente pela capa já consegue nos levar ao óbvio de que é um romance histórico, envolvendo guerra e diversos pontos de vista envolvendo a Primeira Guerra Mundial, antes, no decorrer e no pós-guerra!
Precisei de suporte para desenvolver essa resenha, é bem complexo falar do livro com cumplicidade quando o próprio livro requer atenção redobrada tanto pela estória, quanto pela genialidade do autor em descrever tais pontos de vista de famílias com nacionalidades diferentes, características diferentes, olhares políticos diferentes e uma imensidão de singularidades.

A estória começa na Inglaterra com a família WIllians onde encontramos um pai sindicalista, um filho minerador que se transforma em soldado e uma filha inteligente que consegue se sobressair na casa de um Lorde, rico aristocrata casado com uma princesa russa, irmão de um aristocrata feminista, que se apaixona por um alemão aristocrata que está envolvido em questões ligadas ao poder, uma vez que seu pai é um dos homens de confiança do Kaiser (Imperador) Alemão.
Haja fôlego. E tem mais. Ken Follet ainda nos mostra o ponto de vista partindo da Russia e o ponto de vista Americano. Tudo isso envolvendo características históricas fundamentadas no que realmente aconteceu! Um completo livro de "História", envolvendo um romance muito inteligente que cresce e decresce dependendo da situação política existente no todo.
Sim, é complexo, mas vale cada página lida e acrescenta MUITO conhecimento histórico ao que nós já sabemos, envolvendo além da Primeira Guerra Mundial, também a Revolução Russa, a criação do Comunismo, o crescimento dos EUA como uma potência, ascensão e queda da Alemanha, o surgimento da idéia da ONU, diferença social da época e muito, muito mais!

Ah, as tramas! ♥ Sinto muito em colocar meu emocional aqui dessa forma tão explicita e pouco imparcial, mas, as tramas que Ken Follet desenvolveu para o livro caminhar em contra-partida à política, me deixou maravilhado! É difícil explicar, tanto que, como eu disse, precisei de apoio pra resenhar esse título, assim como precisarei de ajuda para a resenha dos próximos títulos da trilogia!

Não deixe de comentar o que achou da resenha e caso já tenha lido o título, nos conte o que achou e complemente nosso trabalho!

Resenha | Legend - A Verdade Se Tornará Lenda




A Verdade Se Tornará Lenda - Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C., na atual República da América, conta a história de um rapaz – o criminoso mais procurado do país – e de uma jovem – a pupila mais promissora da República –, cujos caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois desvendarão se tornará uma lenda. O que outrora foi o oeste dos Estados Unidos é agora o lar da República, uma nação eternamente em guerra com seus vizinhos. Nascida em uma família de elite em um dos mais ricos setores da República, June é uma garota prodígio de 15 anos que está sendo preparada para o sucesso nos mais altos círculos militares da República. Nascido nas favelas, Day, de 15 anos, é o criminoso mais procurado do país; porém, suas motivações parecem não ser tão mal-intencionadas assim. De mundos diferentes, June e Day não têm motivos para se cruzarem – até o dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado e Day se torna o principal suspeito. Preso num grande jogo de gato e rato, Day luta pela sobrevivência da sua família, enquanto June procura vingar a morte de Metias. Mas, em uma chocante reviravolta, os dois descobrem a verdade sobre o que realmente os uniu e sobre até onde seu país irá para manter seus segredos.


Comecei a ler "Legend" e num piscar de olhos terminei! A distopia escrita por Marie Lu, foi mais do que surpreendedora pra mim. Inicialmente tive a sensação de que eu fui transportado para a época em que tudo acontecia, lá em 2130. Conheci Los Angeles, dentro da minha imaginação, exatamente como a autora a descreveu.
Nessa distopia, quando as crianças alcançam os 10 anos de idade, todas devem fazer uma prova onde a pontuação máxima é de 1500 pontos e a pontuação mínima requerida é de 1000 pontos. Acontece que quem consegue uma boa pontuação, praticamente tem a vida ganha, uma boa faculdade, um emprego, tudo isso é reservado para crianças que alcançam boa pontuação, enquanto quem não atinge a pontuação mínima acaba se desligando da família sendo destinada ao trabalho pesado! Dentro disso, é que conhecemos nossos companheiros de leitura.

Mais um livro escrito em POV (Point Of View / Ponto de Vista) dividido, temos como personagens principais o garoto Day e a garota June.
A política da época é dividida entre a República da América e os Patriotas, respectivamente a elite militarista e os "rebeldes". Me envolvi com os personagens como se eu fosse um deles, Day, o personagem "criminoso" que luta pelos seus ideais desrespeitando tudo ao redor para manter sua família a salvo e a envolvente June que foge completamente do conceito 'garotinha mimada' que eu esperava quando comecei a ler seu ponto de vista de tudo, quando na realidade, de 'garotinha mimada' ela não tem absolutamente nada.
Bem no inicio conhecemos a realidade de ambos os personagens e entendemos o posicionamento deles perante a política em que são destinados a viver.

Os caminhos de June e Day se cruzam quando June perde seu irmão Metias, que é quando o "criminoso" Day se transforma em um dos principais suspeitos. Enquanto Day luta pela sobrevivência de sua família, June procura a vingança pela morte de seu irmão. Claro que uma reviravolta acontece e uma vez que a política é um ponto forte da trama, tanto Day, quanto June, descobrem que o seu mundo não era bem como eles imaginaram!

A autora Marie Lu, nos reservou para esse livro uma simplicidade incrível com uma inteligência fascinante dentro do desenvolvimento da trama. Em seus três títulos da trilogia, conseguimos entender com tranquilidade tudo o que ela quer passar para o leitor sem o uso de um linguajar cansativo ou desgastante. Os capítulos são escritos (como já dito) em pontos de vistas sendo divididos entre os dois personagens com capítulos pequenos e fáceis de serem lidos, com informações suficientes para mergulhar na imaginação e se deixar levar!
A trilogia é composta por Legend, Prodigy e Champion, que também foram resenhados por nossa equipe!

Vale lembrar que os dois primeiros títulos foram lançados também pela editora PRUMO! PORÉM, nós não recomendamos essa edição que ainda pode ser encontrada por aí, não apenas por termos a Editora Rocco como parceira, mas infelizmente a editora Prumo não colocou carinho o suficiente na edição dos títulos, pecando em tradução, encadernação e qualidade geral de impressão.

Legend também se tornará um filme e com certeza será uma grande febre entre os fãs de Jogos Vorazes, Divergente e afins, porém, não temos muitas informações sobre o título nas telas dos cinemas!


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